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Greve instrumento de pressão

É lamentável que a manchete seja “ G r e v e ” . Lamentamos porque tivemos tempo uficiente, para superarmos os principais entraves, se não fosse a ausência do governo. Contudo, temos tranqüilidade de dialogar, com a sociedade materializando os eixos de luta e sobretudo mostrando que são demandas antigas. Não podemos conceber que piso

Salarial, seja pisado. Admitir seu teto salarial e não correção deste, significa negar a ossa luta pela valorização profissional.

 

 

Eixos emergenciais de luta

 

* Piso Salarial de R$ 1.312,00;

* Plano de Carreira dos Funcionários da

educação;

* Correção no Salário dos Aposentados

 

Conquistas são frutos das lutas

               

O  balanço do ano de 2009, para os educadores foi positivo. Lutamos todos os dias, não tivemos cansaço. Quando o governo se acomodava sempre havia uma reação nossa.

Foi assim que garantimos as 8 mil e 300 promoções verticais; as 3.331 promoçõeshorizontais; o pagamento de atrasados referentes a abono de permanência, carga suplementar, horas extras, a promoção vertical dos professores do quadro  suplementar que tiveram até 75% de acréscimo nas suas remunerações, a promoção horizontal no valor de 5% para 18.298 educadores e a convocação de mil e trezentos professores do último concurso.

 

 

Projeto de lei

O mais significativo é que pela primeira vez na história do movimento sindical fizemos o papel de legislador apresentando uma minuta de projeto de lei que garantiu a letra incorporada ao salário.Tudo isso só foi possível face a determinação da diretoria do SINTE/RN, a luta da categoria e a forma de conduzi-la. Pressionar, exigir, buscar, insistir, ocupar foram verbos que se utilizou como instrumento para garantir que fosse cumprido o protocolado pelo governo. É com essa disposição que iniciamos o ano letivo em

luta.

 

 

 

 

 

Regras as do Piso Salarial

determinadas pelo Judiciário

 

A maioria de nós não compreende porque o STF tem controle das principais regras do piso salarial.  Para o escritor português Boaventura de Souza, a intervenção do Judiciário se denomina de  “ATIVISMO JUDICIÁRIO, consiste em neutralizar a via judicial. Principalmente os avanços democráticos conquistados pela via política quase

sempre a partir das novas constituições”. Associando a conceituação dada por Boaventura não é por acaso que o sistema judiciário tem perfil técnico-burocrático.

Foi o que fez o STF para atender ao movimento dos governadores e prefeitos, colocando na defensiva o movimento dos profissionais da educação. Ainda assim, o poder judiciário se coloca como independente das elites político-econômico. Não é

o que faz quando se trata de decisões judiciárias que conflituam interesses individuais e de pequenos grupos. Assim podemos entender porque, o judiciário até o momento

não julgou a liminar impetrada pelos cincos governadores e seguida pelos demais.

Originalmente a lei está em vigor pois o STF não julgou o mérito e não quer conflitar com a Advocacia Geral da União. Por outro lado prejudica os profissionais ao segurar sob júdice os seguintes pontos:

1. A aplicação de 1/3 de horas/atividades;

2. Polêmica da jornada de trabalho; e

3. Principalmente ao permitir a inclusão de gratificações na composição salarial,

tornando o piso em teto salarial. P a r a f r a s e a n d o Carlos Drumond de Andrade, resta-nos fazer a lei ser cumprida, mediada pela luta.

 

 

Governo não pode ignorar valor do

novo piso salarial

 

A luta pelo piso nesse momento não é apenas pelo novo valor é sobre tudo para acabar com a falta de cumprimento a legislação por parte do governo. Ao longo do mês de dezembro e janeiro alertamos o governo estadual através da Secretaria de Educação da

INTEGRALIZAÇÃO DO PISO, bem como do fim do teto salarial. Indiferente a esta questão o governo até o momento não se pronunciou acerca da matéria. Para nós este

silêncio representa desresponsabilização, descompromisso e desrespeito com a categoria. Esta concepção de ignorar o cumprimento de uma política pública nos

remete a tomar decisões duras, razão para esta assembléia discutir o indicativo de greve.

 

 

 

 

Categoria deve reagir. A hora é agora

Sendo este ano eleitoral e por força de lei não haverá tempo de espera. Esgota-se o prazo em trinta de abril. A unidade da categoria, a disposição de luta faz a parte do cenário de enfrentamento neste curto período.  Devemos colocar todo nosso potencial para em especial, como pauta emergencial, garantir a integralização do piso salarial

de acordo com o Plano de Carreira; Correção aos salários dos aposentados que estão defasados desde o ano de 2006; Formação de comissão paritária para começar a elaboração do Plano de Carreira dos Funcionários, bem como a incorporação de gratificação aos seus salários. Temos determinação de continuar a luta pela publicação e pagamento das promoções verticais; Do pagamento das gratificações de títulos pecuniários e abonos de permanência. Pauta. Entretanto esta pauta pode ser trabalhada

durante o ano, por não constituir-se em aumento linear para a categoria. Sem nenhuma sinalização do governo Vilma, o momento é de deflagrar a greve.

 



Escrito por nonato às 08h06
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01/03/2010 - 08h06

Pesquisa Datafolha enterra plano de Ciro, avaliam petistas

da Folha de S.Paulo, em Brasília

Mais do que o crescimento de Dilma Rousseff, o resultado da pesquisa Datafolha mostrou, na avaliação de petistas, que está errado o discurso de Ciro Gomes (PSB) de que é preciso ter dois nomes para enfrentar o tucano José Serra na disputa pela sucessão presidencial.

O resultado, na leitura de lideranças do partido, indica que Dilma se consolidou como a candidata do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-presidente nacional do PT, deputado federal Ricardo Berzoini (SP), já fala em vitória no primeiro turno. "Quando vinculamos a Dilma ao Lula e ao PT ela cresce muito. Temos pesquisas que mostram a possibilidade de avançarmos a ponto de não precisar de segundo turno", disse.

Reservadamente, os petistas avaliam que os números darão mais argumentos para os socialistas contrários à postulação de Ciro se posicionarem dessa forma dentro do partido. E também para o presidente Lula, que deseja uma única candidatura no seu campo de apoio e pretende convencer Ciro a disputar o governo de São Paulo e não o Planalto.

"Antes mesmo da pesquisa, nós já queríamos que ele [Ciro] se somasse a nós. Vamos ter no país uma disputa de dois projetos: o da Dilma e o do PSDB", afirmou o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (SP).

A diminuição da diferença entre José Serra e Dilma Rousseff para quatro pontos percentuais, para os petistas, mostra que a população percebe Serra como o candidato da mudança, enquanto Dilma é quem irá continuar e aprofundar os programas do atual governo --cuja avaliação positiva chega a 73% no levantamento.

"O resultado demonstra crescimento sustentável da Dilma e uma eleição polarizada entre o atual projeto para o país e o anterior", disse a deputada Maria do Rosário (PT-RS), do Diretório Nacional.

Segundo ela, a partir da pesquisa, o melhor para o país é que Ciro Gomes aceite ser candidato ao governo de São Paulo. "Ele é um nome nacional e entendemos isso, mas agora a melhor forma de contribuir é disputando em São Paulo", afirmou a deputada.

Conforme a pesquisa, Ciro tinha 13% em dezembro. Agora, fica com 12%, mesmo depois de voltar a se expor em programa na TV. Quando Ciro está fora, Serra tem 38%, contra 41% somados de Dilma e Marina Silva.



Escrito por nonato às 11h43
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